Maurício afirma que as fotos devem ser de moradores do município e na impressão tem que constar o nome da pessoa, o apelido se tiver e data do desaparecimento.
O bairro onde mora e o número do telefone das policias civil e militar para contato também devem fazer parte dos dados.
Segundo ele, a prioridade para divulgação é para menores de idade, portadores de necessidades especiais, idosos acima de 60 anos e pessoas que utilizam remédios de uso controlado.
Os nomes e fotos devem ser atualizados anualmente.
"Não existe custo adicional nesse projeto porque as ilustrações dos carnês serão trocadas por fotos de pessoas," acrescenta.
O vereador complementa que a iniciativa é auxiliar as famílias que tem pessoas desaparecidas e não possuem condições de divulgar na mídia, além de combater crimes de tráfico de órgãos humano e de pedofilia. A proposta também está nas comissões para ser analisada.
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